No Q+50, Natália Carnovale defende inclusão de novos atores no desenho de cidades

Data: 07/04/2013

Departamento: Nacional

“O plano estratégico é um espaço que articula interesses públicos e privados e engloba projetos econômicos, sociais, culturais e ambientais”. Foi com essa mensagem que Natália Carnovale, iniciou sua conferência, na noite de sábado, no seminário Política Urbana Q+50 RS, em Rio Grande.

Natália, que é coordenadora de projetos estratégicos do Gabinete Municipal de Rosário (Argentina), do Conselho Econômico e Social do município de Rosário e ex-coordenadora do Plano Estratégico daquela cidade, também apresentou algumas formas de se questionar a cidade e ferramentas para enfrentar seus problemas, como o espaço.

 Segundo a conferencista, os modelos de gestão devem ser mais gerenciais e contar com a participação dos atores estratégicos da cidade em sua criação para que sejam bem sucedidos. “É importante perceber que o plano estratégico de uma cidade não é de uma gestão ou dos políticos, mas sim da cidade. Quanto maior for a quantidade de atores sociais envolvidos e comprometidos com o projeto traçado, mas fácil é sua sustentabilidade”, afirmou.

Promovido pelo IAB e Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), o Q+50 é um evento comemorativo dos 50 anos do histórico Seminário Nacional de Habitação Urbana, realizado no Hotel Quitandinha (Petrópolis, RJ) e visa a reforçar decisivamente a agenda política das cidades e das metrópoles brasileiras.

A edição em Rio Grande é a segunda do ciclo de eventos. A primeira foi realizada no Rio de Janeiro, em fevereiro. Depois do Sul, o ciclo passa ainda por São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Bahia e Amazonas.

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